1. Sobre Nós / Criação da APASD

A APASD foi constituída em 22 de Março de 2010 por iniciativa de um grupo de vários profissionais ligados à Saúde, na sequência de uma colaboração multidisciplinar em acções de formação nestes últimos anos. É uma Associação de utilidade social sem fins lucrativos com sede na Universidade Fernando Pessoa. Oportunamente serão criados meios de comunicação de modo a facilitar um contacto interactivo alargado entre os interessados.

1. Sobre Nós / Missão

A Associação Para A Segurança dos Doentes (APASD), ciente da complexidade dos processos na saúde e da dificuldade inerente à identificação dos problemas que lhe estão associados, propõe-se contribuir activamente para a melhoria contínua da segurança do doente na prestação de cuidados de saúde. Visando deste modo a promoção de uma cultura de segurança apta a garantir cuidados clínicos de excelência alinhados com as melhores práticas internacionais, que permitam fazer de Portugal uma referência neste domínio.

A APASD irá intervir a diferentes níveis, tendo em vista o cumprimento da sua missão.

1. Formação dos doentes e profissionais de saúde, centrando-se os conteúdos formativos na reorganização dos processos e da estrutura.A indução de uma cultura de segurança envolve a focalização nas condições em que os incidentes ocorrem, sensibilização e divulgação de ferramentas e processos passíveis de minimizar os danos e disseminar a aprendizagem, estabelecimento de mecanismos de alerta dos profissionais e doentes para os meios necessários que lhes permitam claramente identificar as situações ou procedimentos que possam determinar a ocorrência de um resultado indesejável ou inesperado durante uma estadia numa instituição de saúde.

2. Informação e sensibilização dirigida a todos os doentes e profissionais de saúde, desenvolvendo projectos em áreas consideradas prioritárias, como a medicação, a cirurgia, o internamento hospitalar e a alta.

Estamos convictos que, na medida em que os conceitos subjacentes à segurança do doente amadureçam e se instale um clima de mudança cultural face ao tema, será possível desenvolver uma e ampla e coesa estratégia de segurança ao nível das instituições de saúde.

Apresentação da APASD

1. Sobre Nós / Enquadramento

A melhoria da qualidade na prestação de cuidados de saúde deve constituir uma preocupação de todas as instituições de saúde, qualquer que seja a sua dimensão, estrutura ou recursos.A qualidade na prestação de cuidados de saúde envolve um conjunto de aspectos em que se incluem a metodologia e processos de trabalho, o conhecimento médico-científico e as tecnologias empregues na provisão de cuidados de saúde, a capacitação de todos os agentes envolvidos, a relação destes com os doentes, a acessibilidade, a equidade e a segurança.No contexto da qualidade em saúde, a segurança do doente ocupa um lugar central.Na última década, a segurança do doente deixou de ser mero tema de  interesse de alguns estudiosos e entusiastas, vindo a transformar-se progressivamente num tópico analítico prioritário e estratégico na agenda das instituições de saúde que visam promover cuidados clínicos de excelência. No quadro das transformações em curso, as instituições de saúde defrontam-se com o enorme desafio de se tornarem locais mais seguros, o que impõe uma dinâmica de mudança que as torne mais consistentes e apetrechadas a evitar o erro e a lidar com o variado contexto circunstancial que lhe está subjacente.

Os avanços na tecnologia médica têm-se traduzido em claros benefícios clínicos, comportando no entanto um maior potencial de dano na esfera do doente. Por outro lado, a complexidade dos processos clínicos aumentou, diminuindo paralelamente a margem de erro admissível.Assim, a implementação de processos de melhoria contínua da segurança do doente, consequentes e auto-sustentáveis, constitui pelo seu carácter sistémico uma tarefa delicada e complexa. Face à variedade e complexidade dos mecanismos condicionantes da prática clínica, afigura-se essencial o surgimento de novas estruturas organizativas, dinâmicas e multidisciplinares, envolvendo doentes e profissionais, comprometidos uns e outros na implementação e sustentabilidade de uma cultura de segurança.

1. Sobre Nós / Estatutos

Artº 1º

A Associação adopta o nome “A.P.A.S.D. – ASSOCIAÇÃO PARA A SEGURANÇA DOS DOENTES“, tem a sua sede social na Praça Nove de Abril, nº 349, freguesia de Paranhos, concelho do Porto, e durará por tempo indeterminado.

Parágrafo único: Por simples deliberação da Assembleia Geral a sede social poderá ser transferida para outro local, dentro do mesmo concelho ou concelhos limítrofes e serem criadas agências, delegações ou quaisquer outras formas de representação local.

Artº 2º

A Associação, de utilidade social e sem fins lucrativos, tem por objecto, numa evolução convergente com o imperativo da qualidade clínica e áreas afins, contribuir para a preparação dos diversos profissionais da Saúde a elas ligados, fomentando a constituição de grupos multidisciplinares que assegurem o uso de taxonomias claras, implementem a melhoria, a difusão e a sustentabilidade das práticas necessárias e estimulem a investigação.

Com a importância crescente da centralidade nos doentes dos sistemas de Saúde espera-se, também, tornar os hospitais e outras Unidades de Saúde lugares mais seguros e menos frustrantes para todos, reforçando as medidas de segurança e proporcionando aos doentes informações úteis e atempadas.

Artº 3º

A Associação poderá, por decisão da Assembleia Geral, participar em agrupamentos complementares de Associações congéneres, nacionais ou estrangeiras, bem como associar-se a outras já existentes, mesmo com objecto diferente dela.

Artº 4º

1 – Podem ser membros da Associação todas as pessoas, singulares ou colectivas, que desejem assumir essa qualidade e que se comprometam assumir os princípios, estatutos, regulamentos e determinações dos órgãos sociais da Associação.

Artº 5º

São Órgãos Sociais da Associação, a Assembleia Geral, a Direcção e o Conselho Fiscal.

Parágrafo 1º: A Assembleia Geral é composta por todos os membros efectivos no pleno gozo dos seus direitos, reunidos mediante convocatória.

Parágrafo 2º: A Mesa da Assembleia Geral é composta por um Presidente e dois Secretários.

Parágrafo 3º: A Direcção é o Órgão de administração e de representação da associação, composta por cinco membros, sendo um Presidente e quatro vice-presidentes.

Parágrafo 4º: O Conselho Fiscal é composto por um Presidente, um Secretário e um Relator.

Artº 6º

Os titulares de órgãos sociais são eleitos para o exercício de mandato trienal, sendo permitida a reeleição por mais de uma vez consecutiva.

Artº 7º

Constituem receitas da Associação as decorrentes das suas actividades estatutárias, quaisquer comparticipações, subsídios e donativos de pessoas ou entidades.

Artº 8º

1 – A Direcção e o Conselho Fiscal são convocados pelos respectivos presidentes e só podem deliberar com a maioria dos seus titulares.

2 – As deliberações são tomadas por maioria de votos dos titulares presentes, tendo o presidente, além do seu voto, direito a voto de desempate.

3 – Compete à Assembleia Geral todas as deliberações não compreendidas nas atribuições legais e estatutárias dos outros Órgãos Sociais, a destituição dos titulares dos Orgãos da Associação, a aprovação do balanço, a alteração de estatutos, a extinção da Associação e a autorização para esta demandar os associados por actos praticados no exercício do cargo.

4 – A Assembleia Geral deve ser convocada pela Direcção, e, em qualquer caso, uma vez em cada ano para a aprovação do balanço. Será ainda convocada sempre que a convocação seja requerida, com um fim legítimo, por um conjunto de Associados não inferior à quinta parte da sua totalidade, se outro número não for estabelecido nos seus estatutos.

5 – A qualquer Associado é lícito efectuar convocação sempre que a Direcção não a convoque em casos que deva fazê-lo.

6 – A Assembleia Geral é convocada por meio de aviso postal, expedida para cada um dos Associados com a antecedência mínima de oito dias, devendo o aviso indicar o dia, hora e local da reunião e a respectiva ordem do dia.

7 – São anuláveis as deliberações tomadas sobre a matéria estranha à ordem do dia, salvo se todos os Associados compareceram e concordarem com o aditamento.

8 – A comparência de todos os Associados sanciona quaisquer irregularidades da convocação, desde que ninguém se oponha à realização da Assembleia.

9 – A Assembleia não pode deliberar, em primeira convocação, sem a presença de metade, pelo menos, dos seus Associados.

As deliberações são tomadas por maioria absoluta dos votos dos Associados presentes.

10 – As deliberações sobre alterações dos estatutos exigem o voto favorável de três quartos do número de Associados presentes.

11 – As deliberações sobre a dissolução ou prorrogação da Associação requerem o voto favorável de três quartos do número de todos os Associados.

Artº 9º

A Associação será regulada pelos presentes estatutos, pelas disposições previstas no Código Civil e pelo Regulamento Interno a aprovar em Assembleia Geral.

1. Sobre Nós / Corpos Directivos

Direcção
Presidente: Manuel Augusto Cardoso de Oliveira (Médico) • Vice- Presidentes: Filomena Rosa Martins Girão (Advogada); Rui Santos Cruz – (Professor do Politécnico de Coimbra); Ivone Dias Ferreira (Jornalista); Ana Cristina Fonte do Amaral (Médica)

Assembleia Geral
Presidente: Ana Margarida Araújo Barros Fonseca Macedo Teixeira (Engenheira) • Vice- Presidentes: José Mário Pinto Saraiva Martins (Médico); Ana Rita Ramalho (Médica)

Conselho Fiscal
Presidente: Maria de Fátima Oliveira Rocha da Silva Brandão (Economista) • Vice- Presidentes: Maria Amélia José Monteiro (Enfermeira); António Mota Moreira (Enfermeiro)

Sócios titulares e membros do corpo consultivo
Aguiar Coelho, Amélia José, Ana Azevedo, Ana Fonseca, Ana Salazar, Andreia Castro, Teixeira, Augusta Silveira, Carla Barros, Cláudia Cunha, Cristina Pimentão, Diana Nora, Fátima Oliveira, Fátima Rocha, Fernanda Viana, Fernanda Vieira, Fernando Friões, Filipe Macedo, Frederico Lopes, Glória Jolluskin, Hélder Teixeira, Henrique Barros, Isabel Azevedo, Isabel Martins, Isabel Pedroto, Isabel Silva, Isaura Nobre, Jaime Milheiro (pai), Jaime Milheiro (filho), Jorge Maciel, José Meneses Correia, Laranja Pontes, Luís Pinto Faria, Manuela Pontes, Margarida Aguiar, Maria Pia Ferraz, Marina Borges, Miguel Leão, Miguel Galaghar, Olga Tavares, Osvaldo Correia Paula Azevedo, Paulo Matos, Pedro Barata, Pedro Cunha, Pedro Lopes Ferreira, Pedro Rocha, Pedro Sá Moreira, Purificação Tavares, Ricardo Pinto, Rosalvo Almeida, Rui Estrada, Sandra Bernardo, Sara Santiago ,Sofia Gaio, Sónia Cruz, Sónia Silva, Susana Magalhães, Teresa Sequeira, Teresa Toldy, Tiago Moutinho